Exemplo Este é um exemplo, gerado para perfis fictícios (Your Astral Life e Jane Doe). Sua análise será baseada nos seus próprios dados.

Mapeamento de equipe

John Doe, nascimento em 20/05/1988 às 14:30, em Nice, France

Áries · Fogo · CardinalTouro · Terra · FixoGêmeos · Ar · MutávelCâncer · Água · CardinalLeão · Fogo · FixoVirgem · Terra · MutávelLibra · Ar · CardinalEscorpião · Água · FixoSagitário · Fogo · MutávelCapricórnio · Terra · CardinalAquário · Ar · FixoPeixes · Água · MutávelCasa IICasa IIIICasa IIIIIICasa IVIVCasa VVCasa VIVICasa VIIVIICasa VIIIVIIICasa IXIXCasa XXCasa XIXICasa XIIXIIJúpiter · 16° Touro · Casa IX16°50'Sol · 29° Touro · Casa IX29°42'Mercúrio · 21° Gêmeos · Casa X · domicílio21°44'Quíron · 27° Gêmeos · Casa X27°07'Vênus · 0° Câncer · Casa X0°22'Lua · 24° Câncer · Casa XI · domicílio24°44'Lilith · 0° Virgem · Casa XII0°44'Plutão · 10° Escorpião · Casa III · domicílio · retrógradoR10°39'Urano · 0° Capricórnio · Casa IV · retrógradoR0°13'Saturno · 1° Capricórnio · Casa IV · domicílio · retrógradoR1°21'Netuno · 9° Capricórnio · Casa IV · queda · retrógradoR9°48'Marte · 28° Aquário · Casa VI28°50'Nó Norte · 19° Peixes · Casa VIIR19°43'Ascendente em VirgemASCMeio do Céu em GêmeosMC

Cartografia da Equipe: Força de Execução e Vulnerabilidade Estratégica

5 capítulos·~18 min de leitura

Em resumo

  • O trio possui uma força operacional dominante: execução concreta, disciplina, foco em resultados mensuráveis e forte impulso de liderança para assumir o controle e definir rumos com rapidez.
  • O ponto cego central é a baixa capacidade de abstração, pensamento divergente e articulação de visões de longo prazo, gerando dependência de referências externas para inovação e leitura de contexto.
  • Essa lacuna se manifesta em decisões excessivamente táticas, sufocamento de ideias divergentes nas reuniões e subestimação de ameaças não quantificáveis na gestão de riscos.
  • A principal alavanca de desenvolvimento é incorporar rituais de ideação sem amarras imediatistas, buscar perspectivas externas que desafiem o consenso e documentar aprendizados que vão além do "feito" para alcançar o "compreendido".
  • O equilíbrio sustentável exige que a pausa reflexiva qualifique a ação, transformando o ponto cego em oportunidade de arbitragem estratégica e evitando que a rapidez se torne precipitação.

Sumário

Seus dados

Membro 1 (CEO / Fondateur) : John Doe, nascimento em 20/05/1988 às 14:30, em Nice, France

Membro 2 (Head of Product) : Jane Doe, nascimento em 15/06/1990 às 08:30, em New York, USA

Membro 3 (VP Engineering) : John Carter, nascimento em 22/03/1985 às 14:15, em Chicago, USA

A dinâmica coletiva deste grupo revela uma entidade com orientação operacional fortemente pragmática e notável capacidade de iniciativa. A força dominante reside na execução concreta, na estruturação de processos e na busca incessante por resultados tangíveis, o que tende a gerar uma sinergia focada em entregas mensuráveis. Sob essa configuração, a governança se apoia em confiabilidade e disciplina, e o impulso de liderança se manifesta na rapidez para assumir o controle de situações e definir rumos. A cadência de trabalho, portanto, privilegia a estabilidade e a previsibilidade, criando um alicerce robusto para a trajetória operacional. Contudo, essa mesma potência pode, sob certas condições, concentrar a atenção do grupo no curto prazo, reduzindo a permeabilidade a estímulos que exijam abstração ou reenquadramento conceitual.

O ângulo cego mais relevante se localiza na esfera da modelagem de cenários complexos e da comunicação estratégica de longo alcance. A leitura agregada indica uma dependência crítica de referenciais externos para inovação e leitura de contexto, o que pode gerar fricções operacionais quando a equipe precisa navegar ambiguidades ou se adaptar a disrupções súbitas. Nessas situações, a baixa complementaridade nesse domínio tende a favorecer decisões excessivamente táticas, em que o como fazer ofusca o por que fazer, comprometendo a resiliência coletiva. No cotidiano, reuniões de alinhamento podem priorizar pautas práticas e encerrar discussões conceituais antes que ideias divergentes amadureçam, enquanto a gestão de riscos corre o risco de subestimar ameaças não quantificáveis. O principal levier de desenvolvimento está na incorporação deliberada de rituais que oxigenem o pensamento: sessões estruturadas de ideação sem amarras imediatistas, busca ativa por perspectivas externas que desafiem o consenso operacional e documentação de aprendizados que transcendam o feito para alcançar o compreendido. Sem esse contrapeso, a força de execução poderia se converter em rigidez, e a rapidez decisória, em precipitação. A condição para uma trajetória sustentável reside em reconhecer que a verdadeira complementaridade também se constrói na pausa reflexiva que qualifica o próximo movimento. Este mapeamento oferece um conjunto de tendências e potencialidades, não um veredito: a equipe detém plena agência para calibrar seus processos e transformar seu ponto cego em oportunidade de arbitragem estratégica.

ELEMENTOSFogo0 %Terra47 %Ar29 %Água24 %MODALIDADESCardinal40 %Fixo25 %Mutável35 %

A dominante operacional

A força coletiva deste grupo se manifesta como uma notável capacidade de concretização e entrega. A entidade que os três formam tende a operar como um mecanismo de precisão pragmática, onde a energia disponível é canalizada quase que instintivamente para a estruturação de processos, a definição de responsabilidades claras e a busca por resultados mensuráveis. O sistema reage ao ambiente com um impulso de iniciativa e controle: diante de um desafio, a tendência predominante seria assumir a liderança da situação, organizar os recursos disponíveis e estabelecer um plano de ação focado em metas de curto e médio prazo. Essa sinergia produz uma cadência de trabalho estável e confiável, onde a previsibilidade das entregas e a solidez da governança se tornam marcas registradas da equipe.

No cotidiano operacional, essa dominante se traduziria em reuniões objetivas, com pautas voltadas à execução e à resolução de problemas concretos. O grupo tenderia a valorizar a disciplina, a lealdade aos prazos e a qualidade tangível dos outputs. A tomada de decisão seria rápida e orientada para a ação, com forte senso de responsabilidade sobre os resultados. A complementaridade natural entre os membros provavelmente reforçaria um ambiente onde a hierarquia e os papéis são respeitados, gerando uma base sólida para a governança interna. A confiabilidade seria um ativo central: o sistema como um todo funcionaria como uma âncora, transmitindo segurança para stakeholders que dependem de consistência e execução impecável.

Entretanto, a própria potência dessa dominante operacional pode gerar um ponto cego significativo. A leitura agregada sugere uma lacuna na esfera da abstração, da comunicação estratégica sofisticada e da modelagem de cenários complexos. O grupo poderia, sob pressão, priorizar excessivamente o "como fazer" em detrimento do "por que fazer" ou "para onde estamos indo". A tendência seria subestimar a importância de debates conceituais, da exploração de ideias não imediatamente aplicáveis ou da construção de narrativas que deem sentido à visão de longo prazo. Essa assimetria poderia se manifestar como uma dependência crítica de perspectivas externas para inovação disruptiva ou para a leitura de contextos ambíguos e voláteis, onde os dados concretos ainda não existem.

As potenciais fricções operacionais emergiriam justamente quando o grupo fosse confrontado com a necessidade de pivotar rapidamente diante de mudanças súbitas de mercado ou de reavaliar premissas fundamentais. A rapidez decisória, um ativo em situações conhecidas, poderia se transformar em precipitação se não houver um contrapeso deliberado de pausa reflexiva. A busca por estabilidade e ordem poderia, em cenários de disrupção, converter-se em rigidez, dificultando a adaptação a novas regras do jogo que exigem pensamento divergente e reenquadramento mental. A comunicação com interlocutores que demandam narrativas visionárias ou abstratas poderia ser percebida como um ponto de atrito, pois o sistema tenderia a traduzir tudo para a linguagem do concreto e do imediato.

O principal levier de desenvolvimento para calibrar essa trajetória residiria na incorporação deliberada de rituais que oxigenem o pensamento conceitual. Isso não significa abandonar a força executiva, mas sim complementá-la com práticas estruturadas de ideação, onde a exploração de cenários hipotéticos e a suspensão temporária do foco em resultados imediatos sejam permitidas. Sessões dedicadas a questionar o "e se?", a busca ativa por perspectivas externas que desafiem o consenso operacional e a documentação de aprendizados que transcendam o "feito" para alcançar o "compreendido" poderiam atuar como contrapesos eficazes. A verdadeira resiliência do grupo se revelaria na capacidade de arbitrar entre o impulso de agir e a disciplina de refletir, transformando um possível déficit em uma oportunidade de expansão do repertório coletivo. Este diagnóstico oferece um mapa de tendências e potencialidades, não um veredito: a equipe detém plena agência para calibrar seus processos e integrar, quando julgar estratégico, momentos de pausa conceitual que qualifiquem sua já robusta capacidade de execução.

O ângulo morto estrutural

A leitura agregada da equipe revela uma dependência crítica em relação a uma competência coletiva específica, cuja presença é minoritária: a capacidade de abstração, conceituação e comunicação estratégica, que representa apenas 17% da configuração total. Esse déficit não pertence a nenhum indivíduo, mas caracteriza o sistema como um todo, funcionando como um ponto cego que condiciona a trajetória do grupo. A força dominante está na execução pragmática e na estabilidade dos processos, mas a lacuna na esfera do pensamento conceitual introduz uma fragilidade sistêmica que pode limitar a adaptação a cenários complexos e a articulação de uma visão de longo prazo.

Concretamente, essa assimetria tende a produzir uma cadência operacional que privilegia a ação imediata e a resolução tática, em detrimento da reflexão estratégica. O grupo pode demonstrar notável eficiência na entrega de resultados tangíveis, mas enfrentar fricções quando necessita navegar ambiguidades, reinterpretar premissas ou construir narrativas que alinhem diferentes partes interessadas. A governança tende a se apoiar excessivamente em estruturas e procedimentos já estabelecidos, com menor espaço para o questionamento dos modelos mentais vigentes ou para a ideação divergente. Essa dinâmica pode gerar uma dependência crítica de referenciais externos para inovação, uma vez que a produção interna de cenários hipotéticos e de leituras sistêmicas do ambiente não encontra, no coletivo, a mesma fluidez que a execução.

As potenciais consequências desse desequilíbrio manifestam se em três níveis principais. No nível da gestão de riscos, a equipe poderia subestimar ameaças não quantificáveis ou mudanças sutis de contexto, justamente por priorizar indicadores concretos e mensuráveis. No nível da comunicação estratégica, a dificuldade em traduzir a complexidade do trabalho em narrativas abrangentes pode reduzir a capacidade de influência e de negociação com interlocutores que demandam visão conceitual, como investidores ou parceiros de longo prazo. No nível da resiliência coletiva, a ausência de um repertório robusto de abstração pode tornar as transições mais custosas, pois o grupo tenderia a reagir a disrupções com ajustes táticos em vez de reenquadramentos fundamentais, comprometendo a sustentabilidade da trajetória em contextos de transformação acelerada.

Esse desequilíbrio não constitui uma falha, mas uma condição estrutural que, se não for gerida ativamente, pode converter a força pragmática em rigidez e a rapidez decisória em precipitação. A alavanca para a complementaridade reside na incorporação deliberada de rituais que oxigenem o pensamento coletivo, sem abandonar a cadência executiva que já caracteriza a equipe. Algumas condições que poderiam atenuar essa assimetria incluem:

  • Sessões estruturadas de ideação divergente, com suspensão temporária do julgamento prático imediato, permitindo que o grupo explore cenários hipotéticos e conexões não lineares antes de convergir para a ação.
  • Busca ativa por perspectivas externas que desafiem o consenso operacional, funcionando como um contrapeso cognitivo que introduz complexidade e estimula o pensamento crítico.
  • Documentação de aprendizados que transcenda o registro do que foi feito para alcançar o que foi compreendido, construindo uma memória coletiva que alimenta a capacidade de abstração ao longo do tempo.
  • Arbitragem consciente nas reuniões de alinhamento, reservando um espaço fixo para perguntas de natureza conceitual, mesmo que a tendência natural seja encerrar rapidamente discussões abstratas em favor de pautas práticas.

Sem esse contrapeso, a força de execução pode se tornar um fator limitante, e a complementaridade interna permanecerá subutilizada. A condição para uma trajetória sustentável está em reconhecer que a verdadeira sinergia não virá apenas da ação coordenada, mas da pausa reflexiva que qualifica o próximo movimento. Este diagnóstico oferece um mapa de tendências e potencialidades, não um veredito: a equipe detém plena agência para calibrar seus processos e expandir seu repertório coletivo, transformando seu ponto cego em oportunidade de arbitragem estratégica.

O tempo coletivo

A cadência de um grupo revela como ele se posiciona diante do ciclo completo da ação: começar, sustentar e ajustar. Nesta equipe, a distribuição dos modos operacionais indica uma entidade fortemente inclinada à iniciativa, com capacidade moderada de persistência e um ponto de atenção relevante na esfera da adaptação. A leitura não descreve indivíduos, mas a resultante do funcionamento conjunto, aquilo que emerge quando os três membros atuam como um único organismo decisório.

O impulso de partida é o traço mais marcante do coletivo. A governança tende a ser exercida por meio de arranques frequentes, com alta prontidão para abrir novas frentes, lançar projetos e redefinir prioridades. Essa cadência acelerada favorece a tomada de posição rápida em cenários competitivos e a capacidade de mobilizar recursos em torno de metas de curto prazo. A sinergia operacional se apoia em uma liderança que se sente confortável ao assumir o controle e ao direcionar a trajetória do grupo com decisões assertivas. O resultado concreto é uma equipe que raramente hesita em agir, gerando um fluxo contínuo de entregas e uma cultura voltada para a execução.

A sustentação do ritmo conta com um alicerce significativo, embora não dominante. Existe uma força de coesão que permite ao grupo manter o foco em determinadas iniciativas, conferindo estabilidade aos processos e preservando a memória operacional. Essa capacidade de persistência atua como um contrapeso parcial ao ímpeto iniciador, ajudando a evitar que o coletivo se perca em um redemoinho de começos sem conclusão. Contudo, a complementaridade entre o lançamento e a manutenção não é simétrica: a balança pende visivelmente para o lado da ação inaugural, o que pode gerar fricção operacional quando o grupo precisa aprofundar ciclos longos ou honrar compromissos que exigem paciência e repetição.

A flexibilidade adaptativa, por sua vez, representa o ponto de maior dependência crítica. A leitura agregada indica uma reserva limitada de recursos para recalibrar rotas, absorver ambiguidades ou responder a mudanças de contexto que exijam reenquadramento estratégico. Em situações de estabilidade, essa característica pode passar despercebida; em momentos de disrupção, a equipe tende a reagir com mais rigidez do que agilidade, insistindo em trajetórias conhecidas mesmo quando os sinais do ambiente sugerem a necessidade de inflexão. A gestão de riscos, nesse cenário, pode subestimar ameaças difusas ou não quantificáveis, privilegiando a execução tática em detrimento da leitura estratégica de longo prazo.

Riscos potenciais na dinâmica coletiva

O perfil modal do grupo, quando levado ao extremo sob pressão, pode produzir três desequilíbrios interdependentes:

  • Dispersão das iniciativas: a predominância do impulso iniciador, sem os freios adequados, tende a multiplicar frentes de ação simultâneas. O coletivo pode abrir projetos em excesso, sobrecarregar a capacidade de execução e gerar um ambiente onde tudo é prioritário, mas poucas coisas chegam à maturidade. A energia se dissipa em arranques sucessivos, comprometendo a profundidade e a consistência das entregas.
  • Rigidez operacional: a presença significativa da força estabilizadora, quando desafiada por mudanças externas, pode se traduzir em resistência a abandonar rotas já traçadas. O grupo corre o risco de confundir constância com teimosia, defendendo processos e estruturas mesmo quando os indicadores apontam a necessidade de revisão. Essa rigidez se torna especialmente crítica se a equipe interpreta a adaptação como uma ameaça à sua identidade de execução.
  • Dificuldade de adaptação: a baixa participação da energia de ajuste e recalibragem limita a capacidade de resposta a cenários voláteis. O coletivo pode demorar a reconhecer sinais fracos de mudança, subestimar a importância de pausas reflexivas e ter menos repertório para lidar com ambiguidades. A resiliência, nesse contexto, depende criticamente da incorporação deliberada de rituais que oxigenem a leitura de ambiente e a flexibilidade cognitiva.

Esses riscos não são sentenças, mas tendências que se manifestam sobretudo em condições de estresse, ambiguidade ou aceleração não regulada. A consciência desses vieses coletivos é o primeiro ativo de arbitragem: permite que o grupo compense suas assimetrias com processos intencionais, como a criação de momentos estruturados de questionamento das premissas, a busca ativa por perspectivas externas que desafiem o consenso operacional e a documentação de aprendizados que transcendam o “feito” para alcançar o “compreendido”. A trajetória sustentável não exige a eliminação da natureza do coletivo, mas a calibragem consciente de sua cadência, transformando o que poderia ser fricção em alavanca de complementaridade.

Protocolos de compensação

A configuração coletiva revela uma força operacional notável, ancorada em execução, pragmatismo e iniciativa. Contudo, a análise da dinâmica do grupo aponta para uma tendência a subestimar dimensões mais abstratas do trabalho: a conceituação estratégica, a comunicação de narrativas complexas e a modelagem de cenários incertos. Esse desequilíbrio, se não for gerido, pode transformar a rapidez decisória em precipitação e a solidez em rigidez. Os protocolos a seguir não constituem um veredito sobre a equipe, mas um conjunto de alavancas de gestão que, se implementadas, tenderiam a ampliar a complementaridade e a resiliência do grupo.

Rituais de oxigenação conceitual

A cadência natural do grupo favorece a ação imediata e a resolução prática de problemas. Para evitar que o pensamento divergente seja sufocado, recomenda-se a instalação de rituais periódicos dedicados exclusivamente à exploração de ideias sem amarras de execução. Esses momentos, com periodicidade fixa (por exemplo, a cada duas semanas), funcionariam como uma pausa reflexiva obrigatória. Durante essas sessões, suspende-se temporariamente a busca por soluções e estimula-se o questionamento de premissas, a construção de cenários hipotéticos e a articulação de conceitos abstratos. A presença de um facilitador externo ou rotativo, com perfil voltado à síntese e à comunicação, poderia garantir que a discussão não derive para o operacional. O resultado esperado é a emergência de perspectivas que, de outra forma, permaneceriam invisíveis, qualificando as decisões táticas com uma camada de sentido estratégico.

Gerenciamento de riscos com ênfase em cenários intangíveis

A tendência do grupo é priorizar riscos quantificáveis e tangíveis. Para compensar essa inclinação, sugere-se a incorporação de um guarda-fouro formal no processo de gestão de riscos: a cada ciclo de planejamento, uma etapa dedicada exclusivamente a mapear ameaças e oportunidades de natureza abstrata ou de longo prazo (mudanças de paradigma, disrupções tecnológicas, alterações em marcos regulatórios ou culturais). Essa etapa poderia ser conduzida por um subgrupo rotativo, com a responsabilidade explícita de trazer visões externas e questionar consensos. A prática tende a reduzir a dependência crítica de referenciais externos, internalizando progressivamente a capacidade de leitura de contexto e antecipação.

Protocolos de comunicação e narrativa estratégica

A comunicação da proposta de valor para interlocutores que demandam sofisticação conceitual pode gerar fricção operacional. Para mitigar esse ponto cego, sugere-se a adoção de um processo estruturado de construção de narrativas: antes de qualquer apresentação externa relevante, a equipe dedicaria um momento à elaboração de uma "história" que conecte o "como" ao "porquê", traduzindo dados concretos em uma visão de futuro. Esse protocolo pode ser apoiado por um repositório de aprendizados que vá além do registro de tarefas concluídas, documentando os princípios, as hipóteses testadas e as lições extraídas. Com o tempo, essa prática fortaleceria a capacidade coletiva de articular valor e propósito, transformando a comunicação em uma alavanca de influência.

Recrutamento e complementaridade de competências

Em futuras contratações ou na redistribuição de responsabilidades, a gestão poderia priorizar perfis que tragam densidade em pensamento sistêmico, análise conceitual e facilitação de diálogos estratégicos. Não se trata de buscar um "tipo ideal", mas de incorporar ao ecossistema da equipe competências que atuem como contrapeso à natural orientação para a execução. Esses profissionais, ou mesmo consultores externos, teriam o papel de catalisar a reflexão, fazer perguntas que desafiem o consenso operacional e ajudar a traduzir intuições abstratas em mapas de ação. A condição para o sucesso dessa integração é que tais competências sejam valorizadas e tenham espaço legítimo na governança do grupo, sem serem subordinadas à lógica da entrega imediata.

Garde-fous na tomada de decisão

Para evitar que a rapidez decisória se converta em precipitação, recomenda-se a instalação de um ponto de verificação obrigatório em decisões de alto impacto: antes da deliberação final, uma pausa estruturada para explorar "o que não está sendo considerado". Essa pausa pode ser conduzida por um membro designado como "guardião da perspectiva", papel rotativo que teria a responsabilidade explícita de trazer ângulos não óbvios, questionar premissas e testar a robustez conceitual da decisão. Esse mecanismo não visa retardar a ação, mas qualificá-la, reduzindo a probabilidade de pontos cegos e aumentando a resiliência das escolhas estratégicas.

Efeitos esperados na dinâmica coletiva

A implementação consistente desses protocolos tenderia a produzir uma sinergia mais equilibrada, onde a força executora do grupo é canalizada por uma direção estratégica mais nítida. A cadência de trabalho ganharia pausas reflexivas que, longe de burocratizar, oxigenam o processo decisório. A governança se tornaria mais apta a navegar ambiguidades, pois passaria a dispor de rituais que legitimam a exploração do abstrato. A complementaridade entre ação e conceituação reduziria a fricção operacional em contextos de mudança, fortalecendo a resiliência coletiva. Em última instância, esses protocolos atuam como uma arbitragem entre o impulso de realizar e a necessidade de compreender, permitindo que a equipe transforme um ponto cego estrutural em um diferencial competitivo sustentável.

Detalhes técnicos do mapa

Os dados brutos que serviram para esta análise, para quem quiser verificá-los ou aprofundar.

Posições planetárias

  • Sol : 29° Touro, Casa IX
  • Lua : 24° Câncer, Casa XI, domicílio
  • Mercúrio : 21° Gêmeos, Casa X, domicílio
  • Vênus : 0° Câncer, Casa X
  • Marte : 28° Aquário, Casa VI
  • Júpiter : 16° Touro, Casa IX
  • Saturno : 1° Capricórnio, Casa IV, domicílio, retrógrado
  • Urano : 0° Capricórnio, Casa IV, retrógrado
  • Netuno : 9° Capricórnio, Casa IV, queda, retrógrado
  • Plutão : 10° Escorpião, Casa III, domicílio, retrógrado
  • Nó Norte : 19° Peixes, Casa VII
  • Lilith : 0° Virgem, Casa XII
  • Quíron : 27° Gêmeos, Casa X

Ângulos

  • Ascendente : 17° Virgem
  • Descendente : 17° Peixes
  • Meio do Céu : 14° Gêmeos
  • Fundo do Céu : 14° Sagitário

Casas

  • Casa I : 17° Virgem
  • Casa II : 11° Libra
  • Casa III : 10° Escorpião
  • Casa IV : 14° Sagitário
  • Casa V : 19° Capricórnio
  • Casa VI : 20° Aquário
  • Casa VII : 17° Peixes
  • Casa VIII : 11° Áries
  • Casa IX : 10° Touro
  • Casa X : 14° Gêmeos
  • Casa XI : 19° Câncer
  • Casa XII : 20° Leão

Aspectos maiores

  • Sol Sextil Lua (orbe 5,0°, aplicativo)
  • Sol Quadratura Marte (orbe 0,9°)
  • Sol Quadratura Lilith (orbe 1,0°, aplicativo)
  • Lua Trígono Nó Norte (orbe 5,0°)
  • Mercúrio Quadratura Nó Norte (orbe 2,0°)
  • Vênus Trígono Marte (orbe 1,5°, aplicativo)
  • Vênus Oposição Saturno (orbe 1,0°, aplicativo)
  • Vênus Oposição Urano (orbe 0,1°)
  • Vênus Sextil Lilith (orbe 0,4°)
  • Vênus Conjunção Quíron (orbe 3,3°, aplicativo)
  • Marte Sextil Saturno (orbe 2,5°, aplicativo)
  • Marte Sextil Urano (orbe 1,4°, aplicativo)
  • Marte Oposição Lilith (orbe 1,9°, aplicativo)
  • Marte Trígono Quíron (orbe 1,7°)
  • Júpiter Oposição Plutão (orbe 6,2°)
  • Júpiter Sextil Nó Norte (orbe 2,9°, aplicativo)
  • Saturno Conjunção Urano (orbe 1,1°, aplicativo)
  • Saturno Trígono Lilith (orbe 0,6°, aplicativo)
  • Saturno Oposição Quíron (orbe 4,2°, aplicativo)
  • Urano Trígono Lilith (orbe 0,5°)
  • Urano Oposição Quíron (orbe 3,1°, aplicativo)
  • Netuno Sextil Plutão (orbe 0,9°, aplicativo)

Asteroides

Estrelas fixas

  • Sol conjunto Alcyone (orbe 0,1°)
  • Lua conjunto Procyon (orbe 0,9°)

Para aprofundar seu mapa astral

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